Eu não aguento esta pressão!

sexta-feira, junho 23, 2006

Relíquias Portuguesas

Este blog é mesmo assim.
Tem alturas de frenesim e depois apaga-se por completo.
É triste, logo agora que tínhamos fãs exteriores à nossa comunidade. (apesar de um ser anónimo e outro intitular-se de criogenado, mas enfim, fãs são fãs, há que respeitar).

O meu post não será muito prolongado, ao contrário do que vem sendo habitual, Hiii lá tá ela.. mas para quê escrever tanto? Por vezes eu pergunto, Então? Tens ido ao blog? Sim, tenho. Ah, então lês-te o meu último post? Er..sim, li, quer dizer.. dei uma vista de olhos, ou melhor li o título.. ok, apanhaste-me! Não li, era muito comprido, não tive pachorra...
Pois meus caros, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ( duvido muito.. A não ser que o mentiroso seja perneta, mas nesse caso utiliza uma cadeira de rodas, que sempre anda mais depressa que um coxo, e se for das eléctricas então aí é que ninguém o apanha! Concluímos portanto que um coxo só anda mais rápido do que um tipo qualquer de canadianas. Um dia, quando estiver para aí virada relato-vos as minhas aventuras de infância com canadianas à mistura).

O assunto que aqui me traz hoje é nada mais nada menos do que esse belo exemplar da música brejeira portuguesa Nel Monteiro.
O homem é uma força da natureza! É um génio incompreendido.
Só um homem com um calibre mental elevado pode criar tal obra prima da música nacional.
O título desta obra é o seguinte, PUTA VIDA MERDA CAGALHÕES. Ora nem mais.
Linguagem delicada é o que o povo gosta.
A verdade é que a minha mãe já me tinha alertado para tal facto. Consta que o artista foi ao programa da TVI promover o glorioso single. Mas ler o título tem um impacto muito maior do que ouvir pelo boca de outros. E ouvir a música então nem se fala. É um recarregar de energias da nossa alma.
Aquilo é profundo e sentido.
Tenho dito!

Longa vida a Nel Monteiro!



Para ouvir a obra prima clique Aqui

*suzette*

1 Comments:

At junho 24, 2006 11:41 da tarde, Blogger anette said...

Minha querida amiga suzette, já estava a ir às lágrimas quando li o teu post, mas quando cheguei à música, não consegui conter tanta emoção...
Sem palavras! Isto bate tudo, ou quase tudo! Ele fala de nobreza, de casebres, palavras já extintas do nosso quotidiano, e depois remata com uma reunião singular de palavrões! Genial!
Só uma pergunta, qual é o sentido que estas 4 palavras fazem no seu conjunto? Puta vida merda cagalhões... Há que pensar, há que reflectir...

 

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